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quarta-feira, março 15, 2006
Extinção
Os entendidos estimam que um espécie em média dura uns 4 milhões anos na terra antes de se extingir. Parece que o nosso blog não vai chegar a esta idade. O que acham?
Não sejamos pessimistas! O silêncio nem sempre é morte. Temos estado em silêncio, mas ao virar da esquina podem vir momentos de muito barulho!... Só temos que ser pacientes, saber esperar, saber respeitar os diferentes momentos… O dia não é dia sem virmos espreitar uma foto, uma receita de panquecas do Mecoto, uma ideia arrojada do Nuno, um comentário da Maria… e muito mais. Mas sim, provoque-nos...
Girafas Gigantes Opiniões constantes! Conversa se do que se sente. Incapaz. Lutas tremendas. Fendas. Girafas gigantes. Banais como eu. Tu misturado com Eu. Gritamos por eles, gritamos por nós. Álcool. Tanto cura como mata. Comi. Cru. O cheiro guia nos como a Grennouille. Posso falar? Dão me atenção? Preciso, mais que nunca. Repito e tiro o Nunca para talvez, quem sabe, por o jamais. Entrou a meio, entrou por mim. Senti o cheiro do teu seio, direito ou esquerdo, diferentes. A simetria é difícil no ser humano. Tento não me perder, a mensagem é sempre importante, não de forma directa, desinteressante talvez. Chorei como nunca. Apaguei as lágrimas. Brilhante escrever sem sentido, mas muito, talvez jamais tão sentido. Falo de mim ou de ti, ou de nós! Falo de todos. Eu igual a ninguém, diferente de mim mas igual a todos. Banalidades sentidas como quem não percebe o que acha perceber. Inteligências artificias lutam por significar algo. Toquei lhe na ferida. Tanta energia perdida no Nada. Tudo passou por mim. Deixei fugir. Espero de mais. Culpabilizar o que pisa. Serei igual ou diferente de mim? Puxo por eles, falo comigo, interrogações cortantes, pensamentos profundos. Gritos mudos. Grandes mundos. Amar te em pecado. Quero de mim falar, foge sem reparar como banhos à beira mar. Andamos quase que por andar, falamos quase que por falar, gritamos quase que por gritar, choramos só para chamar, suamos lágrimas.... Oitos em voltas, presos por números, contados. Elevador, vê los passar, subindo, descendo, contando, vivendo. Doenças mentais de eus banais
3 Comments:
Não sejamos pessimistas! O silêncio nem sempre é morte. Temos estado em silêncio, mas ao virar da esquina podem vir momentos de muito barulho!... Só temos que ser pacientes, saber esperar, saber respeitar os diferentes momentos…
O dia não é dia sem virmos espreitar uma foto, uma receita de panquecas do Mecoto, uma ideia arrojada do Nuno, um comentário da Maria… e muito mais.
Mas sim, provoque-nos...
3:07 p.m.
Girafas Gigantes
Opiniões constantes! Conversa se do que se sente. Incapaz. Lutas tremendas. Fendas. Girafas gigantes. Banais como eu. Tu misturado com Eu. Gritamos por eles, gritamos por nós. Álcool. Tanto cura como mata. Comi. Cru. O cheiro guia nos como a Grennouille. Posso falar? Dão me atenção? Preciso, mais que nunca. Repito e tiro o Nunca para talvez, quem sabe, por o jamais. Entrou a meio, entrou por mim. Senti o cheiro do teu seio, direito ou esquerdo, diferentes. A simetria é difícil no ser humano. Tento não me perder, a mensagem é sempre importante, não de forma directa, desinteressante talvez. Chorei como nunca. Apaguei as lágrimas. Brilhante escrever sem sentido, mas muito, talvez jamais tão sentido. Falo de mim ou de ti, ou de nós! Falo de todos. Eu igual a ninguém, diferente de mim mas igual a todos. Banalidades sentidas como quem não percebe o que acha perceber. Inteligências artificias lutam por significar algo. Toquei lhe na ferida. Tanta energia perdida no Nada. Tudo passou por mim. Deixei fugir. Espero de mais. Culpabilizar o que pisa. Serei igual ou diferente de mim? Puxo por eles, falo comigo, interrogações cortantes, pensamentos profundos. Gritos mudos. Grandes mundos. Amar te em pecado. Quero de mim falar, foge sem reparar como banhos à beira mar. Andamos quase que por andar, falamos quase que por falar, gritamos quase que por gritar, choramos só para chamar, suamos lágrimas.... Oitos em voltas, presos por números, contados. Elevador, vê los passar, subindo, descendo, contando, vivendo. Doenças mentais de eus banais
1:05 a.m.
huhh, estás melhor?
1:02 p.m.
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