somos o movimento underground da ip, junta-te a nós!

segunda-feira, junho 19, 2006

O fim

O fim raramente existe sozinho. Penso que, na maior parte dos casos o fim coincide com o início. A questão é que o início de quê? Hmm? O início de quê?

Adeus.

quarta-feira, junho 07, 2006

Frequência...

Já percebi que o tema dá para tudo... alguns acham que foi fácil de mais, outros, que andamos a gozar com os alunos a perguntar coisas que não se lembram a ninguém. Para ti como foi?

quarta-feira, março 15, 2006

Extinção

Os entendidos estimam que um espécie em média dura uns 4 milhões anos na terra antes de se extingir. Parece que o nosso blog não vai chegar a esta idade. O que acham?

quarta-feira, março 01, 2006

Equilibrios

Os equilibrios (e a falta deles) são coisas muito delicadas, vejam só: http://www.amlilly.com/work/parietals_video.htm O resto também é interessante.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

UmMinuto

há todos os anos um festival de video/animação/etc. internacional onde a única regra é que o film tem de ter a duração de um minuto, se houvesse ideias podiamos pensar em participar. o ispa tem o equipamento necessário para produzir. se quiserem ver os filmes que ganharam no ano passado visitem o http://www.oneminute.ch/gewinner05.html

ideias?

terça-feira, fevereiro 07, 2006

o tom e eu



a praia foi óptimo no domingo, passámos lá a tarde inteira, eu e o tomás, brincámos aos aventureiros. soube bem.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

o Pino

mesmo que aches que estás a fazer o pino, não te esqueças que a metade já era

terça-feira, janeiro 24, 2006

E agora...

e agora toca a puxar outra vez

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Lá vão os nossos meninos...

sabe tão bem, não sabe, ter a primeira feita?

domingo, janeiro 22, 2006

Coragem...

[ boa sorte para amanhã]

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Na era dos tormentos...

Na era dos tormentos é bom que hajam coisas que aliviam a alma. Sempre que possa, vou deixando destes laxantes do espírito por aqui. Porque a vida não é feita apenas de frequências.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Sexta-feira, 13

As aulas na sexta-feira vão começar com uma experiência. É importante que estejam lá todos logo no início, porque quem chegar atrasado não vai poder entrar! Esta aula vai servir para elaborar o vosso relatório.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Try a different angle...

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Atenção!

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Nataaaaal...!

Boas festas para todos.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

a propósito das aulas obrigatórias

Esta passagem surgiu como comentário, mas acho que merece um lugar de destaque:

... pois é!
... que triste!...
... aulas de IP (e Matemática) com presença obrigatória???!!!!

Porque será? sim, porquê????

... Será que sem presença obrigatória, os alunos não vão às aulas?... Será que sem presenças obrigatórias, o curso fica por correspondência?
... Será que não podemos discutir, e apreender (não é aprender) sem a interacção humana?
... Será que não somos suficientemente adultos, para perceber que pagar propinas e não ir às aulas é como comprar o bilhete para a ultima fita do BradPitt e não ir ver o filme?
... Será porque os professores nos acham "putos faltistas do c******" ?
... porque é que a malta só vai se for sobre a ameaça castradora da "Falta"?

... Faltastes??? 3 vezes??? tás F**** agora voltas cá para o ano, a menos é claro que conhecas um qq clinico que te passe uns atestados para justificar as faltas!...
... pera ai, afinal é possivel fazer IP por correspondência... de preferencia sem pensar muito...
.... que maçada pensar!... Sim, tragam-me o Bradd!...

a IP??? IP=Introdução à Psicologia ???? Curso de Psicologia? Aulas de Psicologia?... afinal quem é que precisa de ser introduzido à Psicologia ...

Bah tou confuso, pensar faz mal!...
...mental como tudo... confuso com quase tudo ou nada ...

Xanaxs para todos

Sat&BandadoSacristão

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Nas aulas da IP gosto que...

Nas aulas da IP não gosto que...

Zanga

Na sexta passada fiquei chateado numa das aulas. Tinha a ver com a disponibilidade dos alunos para marcar uma aula de substituição. Pensando melhor sobre o caso, acho que não houve razão para me zangar. Bem, o que passou, passou. Mas, talvez hajam coisas que queiram dizer sobre isso ou sobre outras coisas que passam nas aulas. Vou por aqui duas secções para descarregar o não dito:

‘Nas aulas da IP gosto que…’
‘Nas aulas da IP não gosto que…’.

Anonimamente ou não, estejam à vontade, façam os vossos comentários.

segunda-feira, novembro 28, 2005

As anginas não são as tuas amigas

Pois não, mas mesmo assim tive que levar com elas. Cinco dias de cama. Dores de garganta que nunca mais acabam e, a cereja no topo do bolo, febre de 40 graus. Com este febre fico sempre meio parvo. No médico esqueci a cartão da saúde, na farmácia a minha carteira. Voltei ao médico, recuperei a cartão, e esqueci pedir justificação para as faltas. Voltei a farmácia, recuperei a carteira e esqueci pedir a fotocópia da receita para o seguro. Bem, mas se tiveres os medicamentos certos, então é uma questão do tempo que as dores e a febre passem. Mas essas dores são mesmo as das más. Ficas com a garganta inchada e vermelha. Aquele penduricalho que tens no início da garganta, fica tão inchado que começa a fazer cócegas na língua e faz-te engolir constantemente. E ai é que tens o bónus. Cada vez que engoles passas pelos cantos mas inóspitos do inferno. Ah, e quando já não te dói tanto e pensas que vais regressar, não te despeças, ou então diz ‘até já’, porque a tua bilhete é de ida e volta. Bilhete, como quem diz, é que mais parece aquele passe dos turistas para 7 dias. Mas estou a chegar ao fim. Já era sem tempo.

sexta-feira, novembro 11, 2005

Panquecas

Hoje fiz umas panquecas da minha terra para o almoço. São óptimas e fáceis de fazer. Aqui vai a receita para aqueles que querem experimentar:

Mete tudo no batedor:

200g farinha
2 ovos inteiros
2 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa de açúcar
Meio litro de leite
Uma pitada de sal

Bate uns minutos e coze panquecas fininhas numa fritadeira. Vira, deixa cozer o outro lado. Hmm... é óptimo com Nutela. Ah, não precisas de por óleo na fritadeira, pois a massa já o tem. Talvez quando fazes a primeira, assim não cola de certeza.

Se não tiveres batedor podes misturar as coisas a mão. Começa juntar a leite à farinha aos poucos e sempre a mexer. Assim não fica com grumes. Depois de meter a metade do leite, mete os ovos, mexe, mistura o resto e já está. A vantagem de fazer a mão é que antes de ingerires uma boa dose de calorias, ao mexer, gastas algumas...

sexta-feira, novembro 04, 2005

nuno e maria

nuno e maria, são interessantes os vossos comentários. é pena que estão escondidos, na secção dos 'comentários'. acho que seria melhor se fossem 'posts', envios, que ficam logo à vista. para poderem mandar posts preciso dum endreço e-mail para vós convidar para serem membros do blog. fico a espera.

sexta-feira, outubro 28, 2005

Para quê?

E já agora, lembrei-me de pergutar: Se temos a religião, para quê precisamos da psicologia?

Ateus, Homens de Religião e Religião de Homens

Esta manhã tive uma surpresa agradável. A Joana sempre apareceu. Aqui vão as ideias dela sobre 'Ateus, Homens de Religião e Religião de Homens'.

Em primeiro lugar gostaria de dizer que a minha intenção não é criticar o que quer que seja sobre religião. Se Deus existe ou não, se uma religião é verdadeira e as outras falsas, se há alguém certo e outros errados, deixo à consideração de cada um e que encontrem respostas para todas estas questões e muitas outras. O que eu gostaria era de pensar um pouco sobre o Homem e o papel que ele assume quanto à religião. Quero apenas pensar em que medida a religião influencia a sua vida e a forma como cada um a vive segundo diferentes filosofias.
Independentemente de tudo o resto, todas as religiões dão-nos um sentido para a vida e transmitem-nos uma mensagem de esperança. Somos apenas simples mortais, no meio desta selva que é a vida, sem sabermos quem somos, de onde vimos e para onde vamos, frágeis e sem respostas para todas as nossas dúvidas e inquietações. A religião reconforta-nos, diz-nos que não estamos sózinhos e que há “Algo” mais poderoso em que podemos confiar, que tudo sabe e olha por nós. Mostra-nos que toda esta vida tem uma razão de ser.
Quando crianças, todas as pessoas são influênciadas de alguma forma a tomarem uma posição quanto à religião, mas é só em adultos que fazem uma escolha consciente: ou se assumem como ateus, ou se tornam verdadeiros seguidores de uma religião, ou podem optar por serem apenas crentes passivos.
Ser um Homem ateu é acreditar apenas no que se pode provar e nunca se deixar iludir por experiências ou assuntos metafísicos. Para ele a religião não tem fundamento e só há verdades na vida e no seu ciclo.
O verdadeiro seguidor é aquele que só acredita e se dedica a uma única religião. Tem por objectivo glorificar uma entidade superior e está de certo modo associado a uma comunidade com príncipios iguais aos seus. Ser um seguidor implica acreditar incondicionalmente e não questionar as leis divinas. Ele constrói toda a sua vida com base na sua doutrina religiosa mesmo que esta implique sacrificios da sua parte. Encontra na sua religião a Verdade sobre a existência humana.
Finalmente há ainda outro grupo que eu designei como crentes passivos. Este é o grupo que eu gostaria mais de focar porque é aquele que, para mim, está mais dirigido à especulação. Tanto o grupo dos ateus como o dos seguidores têm uma posição muito definida quanto à forma como vêm a religião, o que já não acontece com os crentes passivos. Estes são quase impossiveis de definir devido à sua variedade, mas para mim a conveniência une-os.
Na minha opinião, na nossa sociedade há cada vez mais crentes passivos. Considero um crente passivo aquele que acredita em Deus, ou em “Algo” que não tem necessáriamente de ser uma entidade, mas que não se pode incluir numa religião específica porque não a segue incondicionalmente. Alguns querem mesmo assim intitularem-se como os seguidores mas a verdade é que os próprios seguidores não os reconhecem como tal. Quer se pensem religiosos, quer assumam o seu descuido, ou afirmem a sua opção de não serem seguidores activos, a verdade é que nunca poderiam estar associados directamente a uma religião. Há inumeras razões para tomarem essa posição: quer por criticarem a própria religião (podem achar a religião retrógrada), quer por criticarem os “dirigentes” da religião (porque ela é dirigida por Homens que podem fazer uma má interpretação da mensagem), quer simplesmente por não terem tempo para conjugar a sua vida quotidiana com a vida religiosa, quer por assumirem acreditar em “Algo” não muito definido, etc. É costume porém vê-los a participarem activamente, a chegarem-se mais à religiosidade quando se sentem mais vulneráveis e mais desesperados. Na minha opinião, os crentes passivos moldam a religião um pouco à sua imagem e semelhança e não ao contrário como deveria ser. Adaptam-na às suas necessidades e moldam-na consoante a sua conveniência, mesmo que o façam de uma forma inconsciente. Terá sido deste grupo que surgiram algumas das “novas religiões” exactamente pelo facto de não concordarem totalmente com as doutrinas das antigas religiões.
Mas gostaria de focar ainda um ponto muito importante. A religião é uma prática muito saudável mas é preciso ter-se cuidado com certas práticas. Há sempre pessoas que se aproveitam da religião para tirarem dela benefícios a seu favor, e iludirem outros com promessas inúteis. Alguns “homens” com uma filosofia de conveniência muito perversa e manipuladora, utilizam a inocência dos crentes para seu proveito. Quer seja alterando uma mensagem existente, quer seja criando uma mensagem totalmente nova, estes “homens” conseguem persuadir um grupo de seguidores prometendo justiça, cura, uma vida melhor, uma solução para todos os problemas. Normalmente estes seguidores enganados são os mais desesperados, os sem instrução, os sem esperança, ou seja, os mais fáceis de manipular. Exigem dos pobres seguidores elevados sacrificios e normalmente prometem resultados rápidos, que não podem cumprir. Intitulam-se como uma espécie de “mensageiros divinos” e utilizam o desespero e infortúnio das outras pessoas para alimentarem outras causas que nada têm a ver com a religião. Para terminar gostaria de dizer que não considero nenhuma ideologia religiosa errada, desde que esteja dirigida para o aspecto mais positivo da vida, ou se quizerem, para o bem. Quer seja ateu, seguidor ou crente passivo o importante é ser-se feliz, mesmo que isso possa implicar alguns sacrificios. Cada um deve viver de acordo com aquilo em que acredita, mesmo que para outros isso seja dificil de compreender, e desde que não prejudique o bem-estar de todas as pessoas. O fundamental é ter-se tolerância religiosa e aceitar as diferenças de cada um. Não importa a idade, o sexo, a raça, a posição social ou económica, para ver a religião de uma certa forma e é também possível mudarmos a maneira como lidamos com ela. O mais importante é ver o lado mais positivo da religião e o bem que faz a alguns.

quarta-feira, outubro 26, 2005

Encher vazios...

Acabei de ler o Sr. Norrell e o Jonathan Strange. Separar-me de 725 páginas deixou um certo vazio. Alguém tem uma sugestão para um bom livro???

Ah, e continuamos a espera da Joana (o Godot já chegou há muito...)!

Estou curioso...

Hoje é 4ª feira e até agora recebi duas perguntas. Uma da Ana, a outra da Sofia. Até a 6ª feira faltam +/- dois dias. Estou a espera, e estou curioso...

sábado, outubro 22, 2005

Quem precisa da fé e para quê?

A Joana, na última aula da Turma J, disse umas coisas sobre a fé e a religião. Vários colegas não concordaram com ela, mas, por falta de tempo, não desenvolvemos o assunto. Pedi a Joana para se explicar melhor aqui para podermos continuar com a discussão.

Estamos a tua espera Joana.

quinta-feira, outubro 13, 2005

cá vamos nós

escuta as vozes… ouves? shiuuuu… não as ouves? milhares de páginas vazias murmuram vorazmente: ‘enche-me!, enche-me!’ com quê? – pensas espantado. 'contigo… contigo… ' respondem elas pacientemente. então, como vai ser?

podes acrescentar coisas usando os comentários ou se quiseres ser um membro deste blog e enviar 'posts' manda-me um mail vazio com o assunto (cjuhos@ispa.pt): mecoto e acrescento-te a lista das pessoas que podem editar o mecoto. vá estás a espera de que?

o livro

e se escrevessemos um livro? eu escrevi o parágrafo 1. (http://livroorvil.blogspot.com/) será que há alguém que o continue?

novamente, podes utilizar os comentários para escreveres, ou, se quiseres mandar 'posts', manda-me um e-mail vazio com o assunto 'o livro' e acrescento-te à lista das pessoas que podem editar 'o livro'.